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| Cestas de produtos típicos de Barroso, incluindo pão de centeio de Pitões das Júnias. Produtos Locais |  | | | Publicada a 05-Mar-2007
| Fumeiro e Presunto | Batata | Mel | Compotas | Pão | Cabazes |
A região de Montalegre, distingue-se pela beleza que reside nas suas serras, regatos límpidos com trutas saltitantes, ribeiros gelados, vales e pequenos planaltos onde pastam livremente o cordeiro, o cabrito e o gado barrosão; aldeias concentradas com as suas gentes hospitaleiras e criteriosas na gastronomia. A vegetação local pinta-a ao longo das estações de verdes, amarelos e castanhos compondo paisagens que deslumbram qualquer olhar curioso. O clima frio, as boas lareiras e os animais bem criados proporcionam uma gastronomia jamais inigualável em qualquer outra região. Temos o melhor presunto e fumeiro, elementos óptimos para compor o Cozido à Barrosã e o Cozido à Portuguesa. Não esquecendo tão afamado Cabrito de Barroso. Atreva-se a experimentar os nossos sabores. Trabalhamos com os melhores produtores, para quem a qualidade do produto é a condição principal.
Fumeiro e Presunto
  A escolha é muito variada, desde o presunto, aos enchidos (chouriça, o chouriço, o salpicão, as sangeiras, as ceboleiras e as alheiras), até outros derivados do porco.
Batata

Desde há muito conhecida, a batata de Montalegre continua inconfundível pela sua qualidade e sabor.
Mel
  O Mel da região é produzido nas regiões mais elevadas do concelho, onde as urzes abundam na vegetação. A extracção é feita com bastante rigor, nos moldes exigidos e o mel é acondicionado em frascos de vidro. Devido à sua qualidade o Mel do Barroso tem Denominação de Origem Protegida.
Compotas

As compotas têm sabores variadíssimos: cabaço (abóbora), tomate, figo, morango, marmelo, ameixa, etc.
Pão
 O esforço originado pelo trabalho do homem, associado ao clima frio desta região, fez com que para a base alimentar do barrosão fossem necessários alimentos com muitas calorias, entre os quais, o PÃO. Por isso, não é de estranhar a diversidade de tipologias com que este se apresenta.
Pão Redondo de Centeio (bolo) Cacetes de Centeio Bolas de Carne Folar entre outros...
Ainda hoje cozido de forma tradicional, em forno a lenha, este alimento mantém o seu sabor característico.
Cabazes
Adquira aqui o Cabaz de Produtos Regionais de Barroso, ideal para oferecer aos seus amigos em qualquer altura.
Cabaz Grande 1 Presunto Serrano 7 / 8 Kg 5 kg de Batatas 1 Frasco de Mel (DOP) 1 Frasco de Mel com Nozes (DOP) 1 Frasco de Pólen 1 Frasco de Compota Caseira 1 Pão Centeio de Pitões das Júnias 1 Garrafa de Licor 1 Salpicão 1 Porta Chaves (Miniatura de Capa de Burel) 1 Navalha com Gravação de Montalegre 1 Par de meias de lã 1 Livro - Montalegre 1 Embalagem de Chás da Serra do Gerês Preço: 140€
Cabaz Médio 1 Presunto Serrano 7 / 8 Kg 5 kg de Batatas 1 Frasco de Mel (DOP) 1 Frasco de Mel com Nozes (DOP) 1 Frasco de Pólen 1 Frasco de Compota Caseira 1 Pão Centeio de Pitões das Júnias 1 Garrafa de Licor 1 Porta Chaves (Miniatura de Capa de Burel) 1 Navalha com Gravação de Montalegre 1 Embalagem de Chás da Serra do Gerês Preço: 90€
Cabaz Pequeno
1Kg de Presunto 2 kg de Batatas 1 Frasco de Mel 1 Frasco de Mel com Nozes 1 Pão Centeio de Pitões das Júnias 1 Navalha com Gravação de Montalegre 1 Embalagem de Chás da Serra do Gerês
Preço: 45€ http://www.naturbarroso.net/showPG.php?Id=6 | Crónica : "Personalidades" - Uma Crónica da autoria de Anabela Carvalho, publicada mensalmente no Jornal Paroquial de Montalegre " Barroso a Terra e a Gente" e emitida semanalmente na Rádio Montalegre em 97.5 FM. Conheça a próxima personalidade brevemente na net!!!
Crónica : "Personalidades" Frei Gonçalo Coelho Hoje vou "falar-vos" sobre a personalidade de Frei Gonçalo Coelho, mais conhecido por S. Gonçalo. Frei Gonçalo Coelho era natural de Chaves e monge Beneditino em Santo Tirso, onde já tinha fama de santo. Em 5 de Fevereiro de 1499, séc.XV, foi nomeado Abade do Mosteiro de Santa Maria das Júnias. Para além de Abade deste Mosteiro, situado a 2 km e a sudoeste de Pitões, era simultaneamente pároco da freguesia de Pitões, aldeia do Concelho de Montalegre, situada no extremo leste do Parque Nacional da Peneda - Gerês em Portugal, e de Cela, na Galiza, situada na vertente norte da Serra do Gerês. A freguesia de Cela, situada a doze quilómetros, exigia que Frei Gonçalo Coelho para aí exercer o seu apostolado percorresse caminhos serranos inóspitos e muito perigosos, não só devido ao clima rigoroso que tinha de enfrentar durante o percurso pedestre na quadra invernosa, mas também devido à grande probabilidade de indesejáveis encontros, podendo estes ocorrerem com pessoas nada recomendáveis e ou animais selvagens que eram abundantes mais abundantes na época, pois alguns já se encontram extintos e outros em vias de extinção. Pelo que se sabe, depois da sua nomeação como Abade do Mosteiro de Santa Maria das Júnias, dirigiu-se o humilde e bondoso santo a Braga, com o objectivo de prestar obediência absoluta ao Arcebispo D. Jorge da Costa. Regressado ao Mosteiro da Júnias, dedica-se inteiramente à sua missão evangelizadora e caritativa às populações então muito carenciadas de todos os meios médicos, humanitários, culturais, etc., quer de Pitões, quer de Cela. É precisamente depois de regressar de Cela a Pitões, após um dia de intenso labor no âmbito do exercício do seu apostolado, que ele encontra a morte por enregelamento, depois de surpreendido pela noite, neve e frio intenso, em plena Serra do Gerês, junto a Fonte Fria, no dia 2 de Fevereiro de 1501, Séc. XVI, que por coincidência ou não, era o dia da Festa da Purificação de Nossa Senhora. Os frades do Mosteiro de Santa Maria das Júnias, ao darem pela falta do Santo Abade e alertados e admirados pelo tanger intenso, interminável e afinado dos sinos do Mosteiro, sem que alguém fosse responsável directo pela ocorrência de tal fenómeno, reuniram populares e foram à sua procura encontrando-o morto, de joelhos, enterrado na neve, de olhos fixos no céu e com os braços em cruz. Diz ainda uma tradição local e transmitida oralmente ao longo de gerações que Frei Gonçalo Coelho tinha previsto sua morte e a anunciado na missa de Domingo anterior ao seu falecimento e que os sinos só pararam de tocar quando frades e populares o sepultaram dignamente junto ao Mosteiro de Nossa Senhora das Júnias. Depois de terem presenciado tais milagres, testemunhos indicadores da santidade do Abade, foi este reconhecido como santo, ficando na história de Pitões com o nome de São Gonçalo. Muitas povoações portuguesas e espanholas da região, durante séculos, fizeram peregrinações ao túmulo de São Gonçalo, rezando junto deste em horas de aflição e de gratidão pelas preces atendidas, confiando suas vidas, alegrias e necessidades a este bondoso intermediário entre Deus e os homens. É sabido também que ainda em finaisdo Séc. XIX, a cabeça de tão grande santo era venerada na igreja do Convento. Esta grande e popular devoção, seria aconselhável que renascesse, pelo menos, com a grande intensidade de outrora para bem de todos na região de Barroso e que um dia o Mosteiro de Santa Maria das Júnias, da Ordem de Cister, com uma história tão rica e tão bela, fosse restaurado e pudéssemos assim voltar um dia a ouvir e sentir orações rezadas baixinho, por pessoas que abdicaram generosamente da concretização de seus sonhos pessoais numa total doação, reveladora da bondade, caridade e amor pelo próximo, autêntica manifestação da presença de Deus no coração dos homens. Anabela Carvalho anabela.anabe@gmail.com / http://www.anabelacarvalho.no.sapo.pt http://pt.shvoong.com/humanities/1659815-s-frei-gon%C3%A7alo-coelho/ Do blog Os Manos, uma caminhada circular passando pelo São João da Fraga e pela Fonte Fria. Segunda-feira, 30 de Outubro de 2006 PR- Pitões - Fonte Fria - Pitões - 28/10/2006 Vai mais uma... No Sábado, 28 de Outubro, os Manos fizeram o reconhecimento da parte Este da Serra do Gerês, em terras de Montalegre, na aldeia de Pitões das Júnias .
Manos: Hélder, Manel , Miguel e Tózé.
Inicíamos a nossa aventura descendo pela calçada que liga a aldeia ao Porto da Laje...

... a 1ª etapa do dia terminava naquele pontinho branco, conseguem vê-lo? A Capela de S. João da Fraga.

A calçada, em algumas zonas, estava subterrada pelos deslizamentos de terra, fruto do temporal dos últimos dias...


... a calçada envolve-se num carvalhal, que devido á sua densidade não permite a entrada da luz do sol, tornando-o quase encantado...



Depressa chegámos ao Porto da Laje. Atravessámos o Peredo , pela Ponte de Pereira e iniciámos a dificíl subida para o Carvalhal do Teixo.

O trilho seguia pelo mato alto e denso....

...era lá acima que queríamos chegar....

...continuando a subida com Pitões ao fundo...

Deixamos o Carvalhal e subimos, subimos, subimos, a bom subir para a Capela de S. João.

...diz a lenda que é uma das pegadas do cavalo de São Joãozinho...

Os Manos na Capela de S. João da Fraga...


...Tozé admirando a paisagem...

...e que paisagem.... a albufeira da Paradela....

... Candela .. Currachã .. que vista aquela do "piolho branco na bossa de um dromedário" como alguém descreveu este local único.

...Pitões continuava á vista...

Passámos á 2ª Etapa: a subida aos Cabeços de Mação.

...verificámos o mapa e seguimos em frente...

.. veêm o "piolho branco"...


...subimos entre a Fraga do Paúl e o Cabeço do Fitoiro ...

...parámos a meio da subida para o almoço... eram 13.00h .

...foi de um pulo que chegámos aos cabeços de Mação e avistamos os marcos da fronteira.

... os garranos vieram saudar os Manos.

Começava o assalto final ou a 3ª etapa: Fonte Fria
...continuámos, agora mais ou menos á mesma cota pelo extenso vale/planalto onde está instalada a fronteira...

Marco de Fronteira...

Por aqui apareceu um pastor que andava na serra em procura da sua manada de vacas que não via ia já para 22 dias, virtudes do mau tempo....

... o Sr. Jorge Martins, mais conhecido por Jorge do Porfírio, acedeu ser nosso guia para o resto da tarde... e que resto....

... este pastor que trilhava a serra desde criança, mostrou-se como um guia daqueles "diplomados", não só levando-nos por trilhos desconhecidos e improváveis, mas também transmitindo algum do conhecimento popular e lendas daquelas bandas.

... seguindo o guia em direcção ao Coto da Gralheira .

...conseguem ver o marco...bem lá no cimo...

...descendo para a Fonte Fria...


... conhecimento popular como o nome Fonte Fria, que vem não só da água que brota gelada ali no vale, mas também da configuração do próprio vale que quase forma um tunel de vento e torna aquelas paragens muito frescas.

.. ou a lenda do Pico Cansado, nesse mesmo vale, tratando-se de um pico rochoso que dizem os antigos se cansou e por tal ficou abaixo dos picos vizinhos...

..seguimos em passo ligeiro...

... sempre com o deslumbramento da paisagem.

... a boa disposição reinava...

... e mantendo um bom ritmo...

...sempre bem liderados...


...já saiu a cal???

... o nosso guia contando mais uma anedota ou fazendo mais uma graça...

A albufeira de Salas... lindíssima ...

... continuávamos bem juntinhos á linha de fronteira... umas vezes em Portugal ...outras por Terras de Espanha...

A albufeira da Paradela lá bem longe...

...a aventura aproximava-se do fim, mas a diversão essa continuaria...

..."Os Indomáveis", com o guia no centro.

Um último olhar saudoso para a serra...

A caminhada tinha terminado mas havia ainda muito paraconversar, e o Sr . Jorge levou-nos a conhecer um restaurante único e desconhecido para nós o "Dom Pedro Pitões". Óptimas condições, gente simpatica , umas cervejinhas e boa conversa... que melhor receita poderia haver?

Demos lugar á s despedidas, isto mesmo sem querer partir ... a companhia era óptima.
Para o sr . Jorge do Porfírio, o agradecimento dos Manos pela boa disposição e os parabéns pelas óptimas qualidades como guia. Temos de combinar o tal "cozido", bem regado...
Foi mais um belo dia por terras serranas onde acima de tudo reinou a boa disposição...
BEM HAJA!!!
Abraço!
Àguia-Real | Do site da Camâra de Montalegre http://www.cm-montalegre.pt/showNT.php?Id=722&width=undefined&height=1200 Entrudo 2008 em Pitões das Júnias | | Notícia publicada em 15-Fev-2008 | Cada vez mais participado, o Entrudo de Pitões das Júnias, freguesia do concelho de Montalegre, voltou a revelar-se um sucesso. O mau tempo não foi óbice tendo sido ultrapassado pela folia que envolveu tudo e todos numa jornada que promete continuidade.
Junta de Freguesia de Pitões das Júnias e Associação “O Fiadeiro de Pitões” voltaram a dar as mãos na organização do já tradicional Entrudo da aldeia. Apesar do fraco tempo que se fez sentir, a população saiu mascarada à rua, vestindo-se de farrapões, caretos e indo ao “baú” recuperar trajes antigos que invocaram a cultura e identidade barrosãs. Findo o desfile (que teve a participação dos Gaiteiros de Pitões e de um grupo de concertinas) a organização reuniu a população ofertando um cozido à portuguesa. Mais de centena e meia de pessoas compareceram onde não faltou o obrigatório “Fiadeiro” (baile tradicional em Pitões) animado pelos caretos. | Do blog Amigos do Iglô Quentinho, sobre passeio a Pitões em agosto/2007: http://amigosdoiglo.blogspot.com/2007/08/simplesmente-pites-das-jnias.html Nós, os do iglô quentinho, gostamos de passear. Não importa muito para onde, só importa que o façamos juntos. Mas, para quem gosta de conhecer lugares novos, há um que se tornou especial. Lugar longínquo e uma estrada com demasiadas curvas para lá chegar. No entanto, o que está no fim da estrada é melhor do que esperado e é uma aldeia chamada Pitões das Júnias. Antes de começar a contar as histórias que temos por aquelas bandas vou apresentar a terra que nos acolhe nesta viagem.
Pitões das Júnias é uma freguesia do concelho de Montalegre com cerca de 200 habitantes situada no norte de Portugal, dentro do Parque Nacional Peneda-Gerês, na região de Barroso, Trás-os-Montes. A sua localização no extremo norte de Portugal, o clima inóspito no Inverno e a consequente imigração contribuíram para que a aldeia mantivesse a sua pequena população e o aspecto medieval. E, é a aldeia, repito aldeia, mais alta de Portugal!
As viagens a Pitões são quase sempre tortuosas, a curva e contra-curva não ajuda muito à digestão de lanches dentro do carro, perguntem às meninas que iam comigo. Acho que a dada altura a Joana começou a ficar verde… E, foi quando já estávamos mesmo a entrar na aldeia, que encontramos as representantes do maior grupo de habitantes da aldeia: AS VACAS! Curvas à parte, vários caminhos trocados à parte, e paragens em Boticas à parte, lá conseguimos chegar ao destino com duas horas de atraso.
Após a viagem o que apetece mesmo é descansar um pouco, e foi o que fizemos. Numa casa mais ou menos acolhedora e razoavelmente agradável aos olhos, montámos a “tenda” e comemos uma bela refeição, antes de abancarmos por tempo indeterminado no sofá da sala!
Esta foi a terceira vez que nos juntámos em Pitões, e desta vez estava sol, era Verão, esperávamos calor e, muito tempo para a aventura. Então, depois de uma noite de sono e de um pequeno-almoço tardio, lá fomos nós, a pé, à conquista de vales e montanhas! Desta vez queríamos ver a cascata. Por isso, primeiro fomos ao miradouro ver onde ela estava na montanha. Depois, fomos ver como era a cascata onde ela se começa a dividir em várias mais pequenas, no fundo do vale. E, lá fomos! Como não conhecíamos o caminho muito bem, perguntamos a uma habitante local, uma nativa, como é que lá chegávamos, e disseram-nos para virar sempre à esquerda. E foi o que fizemos. Mas, como sempre, as indicações não foram as mais correctas já que o sempre à esquerda nos levou literalmente ao meio do mato, com muitas silvas e urtigas. Ai!! Eu posso dizer que eram silvas e urtigas porque fiquei com a marca de algumas nas pernas, e aquilo arde que se farta! A dada altura do percurso fomos dar com um caminho de terra batida, larga e sem qualquer vegetação perigosa para pernas descobertas… O passeio no meio do mato foi divertido, mas passava muito bem sem as feridas nas pernas, bastava para isso termos seguido o caminho certo, aquele largo e de terra. Depois, de entrarmos no caminho certo, demoramos muito pouco a chegar ao rio que vinha da cascata, e por aí ficamos algum tempo a apreciar o local. Que por sinal é um dos sítios mais bonitos que já fomos!    
 
Depois do regresso suado a casa e de um bom almoço, fomos até Montalegre. Este fim-de-semana era de festa em Montalegre, havia a feira do Esconjuro! E, como é óbvio, nós fomos visitar a feira, que afinal não era só do esconjuro era também a feira da vitela… Não há nada como um talho ao lado da banca de cristais da Simara... Que medo! Depois da visita à cidade e ao castelo regressamos a casa. E chegamos todos a salvo, até a entidade estranha que decidimos levar na mala do carro...


Durante o jantar de sábado, o Manu Miguel ficou com calor e decidiu abrir as cortinas, não a janela, as cortinas… Achando o facto deveras estranho, decidimos investigar e fomos dar com o Manu Artur escondido. Manu este, que devia estar a trabalhar como um mouro, mas decidiu apanhar ar, em vez disso! Assim, com os elementos mais antigos dos amigos do Iglô reunidos, a noite correu bem, foi gira, cheia de histórias e de palavras…
No dia seguinte, como não podia deixar de ser, estava a chover em Pitões das Júnias. Porque Pitões sem chuva, não é Pitões! Poohh!!! Assim, a manhã foi passada no conforto do lar, entre uma refeição e outra.

Entretanto, chegou a hora da partida. De regresso a casa, à rotina do dia a dia. Ficam as memórias de momentos bem passados num dos paraísos deste nosso Portugal interior. Sempre, é claro, na melhor companhia que uma pessoa pode desejar, os amigos do Iglô, quentinho! Por tudo isto fiquem com inveja, muita inveja, e daquela bem verde…
Susete!
Do Semanário Transmontano, em 04/04/2008: http://www.semanariotransmontano.com/noticia.asp?idEdicao=129&id=5693&idSeccao=1488&Action=noticia | Montalegre | | Marc Weymuller centra-se na vida de três homens solteiros Cineasta francês filma documentário no Barroso  | | Marc Weymuller, anda há quatro anos a captar a “identidade” barrosã | Três homens, todos solteiros, são as personagens principais de um documentário que há quatro anos um cineasta francês está a realizar em Barroso. Um dos homens é o padre Fontes. A ideia do autor é retratar o envelhecimento neste canto do mundo, mas também dar a conhecer a identidade barrosã. O canal 2 da RTP poderá ser um dos veículos para transmitir o trabalho. Um experimentado cineasta francês, Marc Weymuller, anda há quatro anos a captar a “identidade” barrosã. A que ainda existe, “se se procurar”, mas que o futuro ameaça fazer desaparecer. O método do trabalho segue a filosofia de Miguel Torga de que para conhecer um povo ou uma região é preciso “olhar a paisagem e ouvir falar”. E centra-se em três personagens principais: três homens - entre os quais o conhecido Padre Fontes - e que têm em comum o facto de serem todos solteiros. A ideia é a de mostrar o “envelhecimento em solidão” neste canto do mundo. O trabalho ficará pronto dentro de alguns meses e deverá dar origem a um documentário. A difusão está em processo de negociações. Já há, no entanto, duas hipóteses: a de vir a ser transmitido, em formato de série - cinco episódios, com uma duração aproximada de 20/25 minutos - no canal 2 da RTP, no âmbito de uma co-produção com o produtor Francisco Villalobos; ou a de vir a ser transmitido no canal francês Arte. “Neste momento, estou à espera de respostas”, revela o cineasta, que, ao início da semana, regressou ao seu país, depois de dez dias de novas filmagens em terras barrosãs. A escolha das personagens foi mais ou menos casual. “O Padre Fontes é uma figura incontornável, mas atraiu-me especialmente a sua espiritualidade não só ligada a Deus, mas também à natureza”, explica Weymuller. José dos Santos, um octogenário que reside na aldeia de Meixide, chamou a atenção do cineasta pela forma como se “exprimia”. “Tem uma maneira de dizer as coisas, de ver o mundo que é comum a muitas pessoas desta região....”. A terceira personagem, que, entretanto, faleceu, vivia no outro extremo do concelho de Montalegre, Pitões das Júnias. “Era uma pessoa que esteve muito tempo no Brasil e que se entregou ao álcool. Era muito nostálgico. O presente trazia-lhe sempre recordações do passado”. Apesar da solidão, o cineasta nota que o envelhecimento no Barroso se faz de forma mais “feliz”. “Não se pode generalizar, mas José, por exemplo, não passa um dia sem falar com ninguém. Sai sempre à rua, nem que seja para esperar o camião que leva fruta. Onde eu moro, e também é um local pequeno, as pessoas são capazes de ficar metidas em casa uns quantos dias”, explica. Weymuller tem noção de que, tal como o resto do mundo, o Barroso também está em processo de transformação. Com uma diferença: “Aqui o passado e o presente coexistem. Já existem tractores para trabalhar a terra, mas, se procurarmos, também ainda é possível ver as pessoas a lavrar os campos com um burro, ou ver o fogo no meio da cozinha, como antigamente. É isso que queremos mostrar! O futuro não queremos mostrar!”. Por quê? “Porque se advinha”, prevê Weymuller. “Há uma identidade que se vai perder, não vai haver especificidades”. Também incerto é ainda o nome do filme. Há duas possibilidades em análise. “A vida ao longe”, longe porque, explica o cineasta, é um modo de vida que “já não existe em nenhum outro local”, ou “O segredo das estações”. Do ano. O tempo é um elemento fundamental no filme. Mas, este ano, a Primavera, demasiado fria, passou uma rasteira ao cineasta. “O sol está muito tímido, não há flores. Bom, temos que nos arranjar!”, concluiu Weymuller. Descobriu o Barroso num livro de dois franceses Marc Weymuller descobriu Portugal na década de oitenta, através de um amigo português da zona de Aveiro. Mas, nessa altura, ficou-se pelo Porto e Lisboa. A região do Barroso, só a viria a “descobrir” no início dos anos 90, quando uma irmã, que lhe conhecia a paixão por Portugal, lhe ofereceu o livro “Negrões: memória branca”, de dois fotógrafos franceses que, na década de oitenta, fotografaram esta região: Gérard Forel e Gilles Cervera. “Quando vi as fotografias pensei que eram dos anos 50, só me apercebi que eram de 1986 quando vi a capa do livro. Pensei logo: tenho que conhecer esse mundo”, recorda o cineasta. Em Portugal já produziu um filme sobre Lisboa entre 1991 e 1992 e, mais recentemente, participou também na produção do documentário do jornalista Vicente Jorge Silva. Para se poder entregar a projectos como o do Barroso, que o apaixona, mas são “longos e pouco rentáveis”, em França, Weymuller vai fazendo peças “mais comerciais”. Por: Margarida Luzio | No site Portugal-casas.nl casa para alugar por € 350.00 - € 450.00 por semana. http://www.portugal-casas.nl/anuncios/anuncio_pagina.php?taal=PT&casa=611 Casa Pitões ref:0504-611 | Pitões das Junias Montalegre | Pessoas: 2-6 | por semana € 350.00 - € 450.00 | Montanhas Vila Real |  | Casa para férias em Pitões das Junias em pleno Parque Nacional da Peneda Gerês. Cozinha aberta, 2 quartos com cama de casal e casa de banho privativa e mais outra completa. A cascata e o mosteiro os dois cartazes da aldeia, mas também o polo do Ecomuseu onde podemos fazer uma viagem no tempo. 5km de Espanha. O desejo da vida ao ar livre, férias que dão saúde, os passeios no P.N. da Peneda Gerês. | - 2 quartos
- sala
- cozinha aberta
- 3 casas de banho
- 2 camas casal
- 1 sofa-cama
- tv
| - estacionamento
- Parque Nacional da Peneda Gerês
- Gastromia: fumeiro, cabrito, vitela pão
- Aldeia tipica barrosã
| Total Clicks: 1290 desde 03/04/2005 | Belas fotos da cascata de Pitões, mostrando a nova escadaria de acesso. http://www.guiadacidade.pt/portugal/index.php?G=monumentos.ver&artid=15829&distritoid=17 Cascata em Pitões das Júnias
Only Portuguese Version
Situada quase no final da pitoresca aldeia de Pitões das Júnias, esta maravilhosa cascata é uma das muitas da região do Barroso, abastecida pelas alvas águas que passam pelo Mosteiro de Santa Maria das Júnias.
As águas que caem majestosas provêm da Ribeira de Pitões, que devido aos desníveis do terreno se desenvolve por vários patamares, tendo o primeiro cerca de 30 metros de altura, seguida de várias outras. A água desagua num bonito lago delimitado por afloramentos graníticos, na companhia de um carismático centenário Carvalho onde, reza a lenda, habita um duende.
Para chegar à Cascata basta seguir até Pitões e rumar ao parque de estacionamento de acesso à cascata, seguindo-se um pequeno percurso pedestre com cerca de 600 metros, e parte em passadiço e ponte de madeira. Todas minhas fotos em http://www.geocities.com/pitoesdasjunias podem ser usadas livremente em blogs ou em qualquer outra utilização sem fins lucrativos, de preferência com referência à minha autoria. Com exceção a um cartão postal, nunca vi nenhuma "lembrança" de Pitões das Júnias sendo vendida. Decidi então criar uns foto-produtos de Pitões no site Zazzle.com. Caso alguém queira um foto-produto com uma foto específica, entre em contato pelo email adfaltz@uol.com.br.
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